O programa de integridade da sua empresa sobrevive a uma avaliação da CGU?
Nos contratos públicos de grande vulto, o programa já é obrigatório. A exigência desce pela cadeia de fornecedores, e a avaliação pede evidência de que ele funciona.
Casos reais, mudanças de legislação e estratégia patrimonial, escritos para quem decide.
Nos contratos públicos de grande vulto, o programa já é obrigatório. A exigência desce pela cadeia de fornecedores, e a avaliação pede evidência de que ele funciona.
O Código de Ética Médica proíbe o médico de obter vantagem pela prescrição de órteses e próteses. Quando a regra falha, o risco chega ao hospital pela compra, pelo faturamento e pelo convênio.
A Lei Anticorrupção alcança a construtora mesmo quando quem pagou foi o intermediário. Como mapear os pontos de contato com o Estado e organizar a rotina de integridade da obra.
Holding em Gibraltar, fundação em Liechtenstein e trust em Singapura. Mesmo assim, a sucessão do grupo Castel foi parar na Justiça. O que o caso ensina sobre estrutura e governança.
O prazo de comunicação de incidente já vale desde 2024. O que falta na maioria das empresas é o plano que permite cumpri-lo.
A lista suja de outubro de 2026 trouxe 82 empregadores, cinco deles da construção de edifícios. O risco da cadeia de subempreiteiros e a rotina que reduz a exposição da construtora.
A offshore montada antes de 2017 passou por três mudanças de regra: troca de informações (CRS), substância (BEPS) e fim do diferimento (Lei 14.754). Quem não revisou tem risco.
Desde 26 de maio de 2026, os riscos psicossociais fazem parte do gerenciamento de riscos ocupacionais. A pressa para cumprir a norma criou um segundo problema, desta vez com a LGPD.
A ANPD abriu processo contra uma organização de saúde após ataque de ransomware. Prontuário por 20 anos, três dias úteis para avisar e o que hospitais e clínicas podem preparar.
A LC 227/2026 torna o ITCMD progressivo e muda a base de cálculo. Entenda a janela de planejamento antes das novas tabelas estaduais e o risco de doar às pressas.
Desde janeiro de 2026, lucro distribuído acima de R$ 50 mil por mês paga 10% na fonte e a alta renda tem imposto mínimo. O que muda na decisão de quem é dono.
Voto igual para quatro filhos, um trust irrevogável e mais de US$ 3 bilhões para corrigir depois. No Brasil, a mesma armadilha se chama doação de quotas.
Uma é relação, a outra é pessoa jurídica. São ferramentas diferentes, não concorrentes, e a escolha depende de domicílio, herdeiros, ativos e jurisdição.
Um trust discricionário em Jersey, montado antes da Lei 14.754. Ele não mudou nada na estrutura, a lei mudou o chão debaixo dela.
Relógio, vinho e arte guardados fora do Brasil continuam rastreáveis. Como declarar, quando há ganho de capital e por que a origem do dinheiro decide a conta.
Cerca de cem descendentes de Giovanni Agnelli controlam Ferrari e Stellantis com cerca de 53% de uma holding. A jurisdição e o voto reforçado por trás disso.
Em 2022, a holding da família Arnault foi reorganizada para travar o controle da LVMH entre os cinco filhos por 30 anos.
O grupo Tata é controlado por trusts filantrópicos há mais de 150 anos. Participação econômica não é comando, quem define isso é a estrutura.
Proteção patrimonial legítima é isolamento de risco, montado antes do problema e de boa-fé, não esconderijo depois que a dívida já existe.
Por anos, a offshore foi vendida como fórmula mágica de imposto zero. A Lei 14.754/2023 esvaziou essa ilusão de forma definitiva.
O Banco Médici tinha engenharia societária avançada para a época. Ainda assim, caiu em cerca de um século. O contraponto do VOC.
Desde 1856, a família Wallenberg controla Ericsson, Saab, Electrolux e mais através de fundações e ações de voto duplo.
Em 2022, Yvon Chouinard transferiu toda a Patagonia para duas estruturas separadas: voto de um lado, dividendo do outro.
Desde 1982, o controle está numa fundação sem acionistas. A sucessão já tinha acontecido 36 anos antes da morte do fundador.
Dolarizar patrimônio em DeFi é estratégia legítima. O erro é achar que isso substitui governança jurídica e entrega invisibilidade fiscal.
O trust de 1934 e o family office Room 5600 sustentam a perpetuidade da fortuna Rockefeller. O que isso significa para a Lei 14.754.
Eduardo Saverin mudou de residência anos antes do IPO do Facebook e pagou o exit tax. Residência e timing, não sigilo, decidem a eficiência de um grande ganho.
A VOC durou dois séculos por causa de três institutos que você ainda usa hoje: responsabilidade limitada, hedge de fluxo de caixa e governança que sobrevive ao dono.
Séculos antes do trust inglês, o direito islâmico já separava titularidade de benefício. A origem de 1.400 anos do trust e da fundação usados hoje.
Dubai e Abu Dhabi criaram ilhas de common law com regimes de fundação para sucessão. Jurisdição virou uma escolha ativa, também para o residente brasileiro.
A empresa liderava o mercado de chocolates quando foi vendida à Nestlé. O que a derrubou não foi a concorrência, foi a falta de acordo de sócios.
Morte de um sócio, duas avaliações com vinte vezes de diferença e quase dez anos de perícia. O que faltava no contrato social.
Hans Wilsdorf não tinha herdeiros e transferiu a empresa para uma fundação em Genebra. A lógica de 1945 vale para qualquer holding familiar.
Holding familiar, trusts por ramo e voto delegado de forma irrevogável. A arquitetura que mantém 46% do Walmart sob controle único.
O vazamento de 2015 expôs milhões de usuários. O que a LGPD exigiria hoje de empresas que tratam dados sensíveis.
A busca pela "verdadeira Martha" e os limites entre ficção, dados pessoais reais e o GDPR.
A revolução digital na saúde trouxe desafios éticos sobre privacidade, transparência e responsabilidade.
Casos reais mostram como dados pessoais influenciam decisões da Justiça do Trabalho.
Governança da privacidade, processos bem definidos e segurança da informação.
Vazamento, roubo de identidade, phishing e ransomware: tipos de incidentes e estratégias de prevenção.
Ter a entidade no papel deixou de bastar. A Lei 526/2026 do Panamá tornou explícito o preço de não ter substância econômica real.
Freeport, procedência e titularidade: a estrutura real por trás de uma coleção de arte, e o que mudou com o ITCMD.
SPV órfã, purpose trust e Convenção de Cape Town: a engenharia jurídica por trás de um jato particular.
Registrar em 48 horas é fácil. Sobreviver à auditoria de onboarding de um banco Tier-1 é o verdadeiro desafio.
As Bahamas proibiram o nominee director em 2026. Entenda por que isso é o fim do anonimato, não da offshore.
CRS, IN 208 e Lei 14.754/23 mudaram as regras. Mônaco ainda funciona, mas só para quem realmente saiu do Brasil.
O caso Wahaha e o risco fatal de offshores sem documentação: o que o litígio ensina sobre trusts, sucessão e a Lei 14.754/23.
Zonas de interpretação existem na legislação tributária. Entenda onde estão e como se posicionar com segurança.
O ponto de partida: o que é planejamento patrimonial, quando começar e quais instrumentos considerar em cada fase.